Sobre Livros – A Menina que Roubava Livros

Quando eu tinha 16 anos não era muito ligada a leitura igual quanto eu sou hoje, certa vez estava no cursinho pré-vestibular e lembro bem das palavras da professora de redação:
– Se vocês não gostam de ler iram aprender a gostar lendo a menina que roubava livros. Mergulhem na história e depois me contem. 
Esse foi o primeiro ponto dela, o segundo foi quando ela disse:
– Se vocês não gostarem do livro, ou de qualquer outro que estiverem lendo fechem, venda esse livro ou doe para alguém, mais não force a leitura, se não nunca aprenderam a gostar de ler.
Esses foram as duas frases que fizeram incentivar a leitura e assim então a cada dia que passava me tornava uma compulsiva por livros!  O segredo está no seguinte, existem livros para todos, temas que incentivam até o mais preguiçoso leitor a entrar na história.

Resultado de imagem para a menina que roubava livrosEntão hoje em homenagem a minha professora de redação, indico o livro A Menina Que Roubava Livros, Sinopse: Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.

Gostou? fica ligado que em breve tem mais, beijo!

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